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Silêncio no rádio: morte de Taís Santana deixa o jornalismo regional de luto

📅 23/02/2026

Profissional marcou o rádio do Noroeste do Paraná com sua voz, fé e ética; despedida acontece nesta segunda-feira em Nova Esperança.

Silêncio no rádio: morte de Taís Santana deixa o jornalismo regional de luto
O jornalismo do Noroeste do Paraná amanheceu mais silencioso. Faleceu aos 51 anos a jornalista Taís Santana, uma das vozes mais conhecidas e respeitadas do rádio regional. Natural de Nova Esperança, Taís construiu uma trajetória marcada por profissionalismo, sensibilidade e uma conexão verdadeira com o público.

Ao longo dos anos, ela se destacou em emissoras como a Rádio Cidade FM, a Globo FM e também em diversos canais de televisão da região. Em cada espaço por onde passou, deixou sua marca registrada: informação com responsabilidade e humanidade.

Para milhares de ouvintes, sua voz ia além da notícia. Era presença diária, companhia nas manhãs e finais de tarde, referência de credibilidade em momentos importantes da comunidade. Taís sabia comunicar com firmeza, mas também com empatia — uma combinação que a transformou em referência no jornalismo regional.

Um legado que ultrapassa o microfone

Colegas que dividiram estúdios e redações com a jornalista destacam que seu trabalho sempre foi pautado pela ética e pelo compromisso com a verdade. Mais do que noticiar fatos, Taís construía pontes entre a informação e as pessoas.

“Ela foi exemplo de fé, profissionalismo e humanidade. Sabia ouvir, acolher e informar”, relatam profissionais que conviveram de perto com a comunicadora.

Comoção e despedida

Desde o anúncio de sua morte, as redes sociais foram tomadas por mensagens de carinho, homenagens e lembranças emocionadas. Amigos, ouvintes e colegas de profissão relembram momentos em que Taís levou esperança, serenidade e informação segura aos lares da região.

O velório acontece nesta segunda-feira (23), a partir das 9h, na Capela Municipal de Nova Esperança. O sepultamento está marcado para as 16h, no Cemitério Municipal da cidade.

A despedida promete reunir familiares, amigos, colegas da comunicação e moradores da região que acompanharam sua trajetória. Fica o legado de uma profissional que fez da comunicação uma missão — e da voz, um instrumento de serviço à comunidade.